041 LibreSSL no OpenBSD e 10 anos do Firefox

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Mais um episódio do Opencast no ar. Neste episódio Ivan, Diego e Og voltam a falar sobre os acontecimentos da última semana no mundo do software livre, e até damos um pulinho no mundo da música.

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Créditos das músicas usadas neste programa:
Josh Woodward e DanoSongs.com

Opencast , , , , , , , , , , , , , , , , , , 13/11/2014 13:47 8 Comentários

8 Comentários

  1. Antonio Carlos disse:

    A história do openSSL mostra que a época do isfenicídio romântico foi-se à muito. A assertiva Torvaldiana de que “os homens eram homens e escreviam seus próprios device drivers” não passou de um chavão machista e infeliz.

    Até onde pesquisei, a remoção de gambiarras e códigos “mal escritos e confusos”, criou um programa totalmente novo, que obrigará os desenvolvedores reescreverem parte de seus softwares para utilizá-lo.

    Concluída essa fase, vem a auditoria completa do código. E que Tutatis nos proteja do que vem por aí, pois só ele sabe que colcha de retalhos tornou-se a implementação do SSL nos diversos sistemas operacionais que ainda dependem do openSSL.

    Se, por um lado, o libreSSL tornou-se fonte de mais trabalho, pelo outro mostra uma atitude madura e responsável de quem não compactua com amadorismos no famoso “mundo do código aberto”.

    E pasmem: a equipe de desenvolvimento do libreSSL não conta com financiamento para a realização deste trabalho, apesar dos milhões doados pela microsoft e outras grandes companhias.

  2. Bacana o cast, eu diria bem positivo do ponto de vista informativo. Espero que vençam o desafio de criar pauta/tempo para um cast toda semana.

    Abraço.

    #debian

  3. Dalmo disse:

    Olá amigos, gostei muito do Opencast #41…

    Na minha opinião, o Firefox Developer Edition é uma coisa que estava faltando: um navegador dedicado para o desenvolvedor… Gostei muito da iniciativa da Mozilla e acho que este browser e suas futuras ferramentas são muitos bem-vindas, pelo menos para quem desenvolve sites…

    Gostaria também de sugerir um tema (já que estamos falando de desenvolvedores): Emacs, que na minha opinião é uma ferramenta incrível para desenvolvimento…

  4. Ramires disse:

    Opensuse : Uso desde a versão 11.4 (ultima antes do Gnome Shell), mas sempre curti essa Distro, na verdade desde quando era simplesmente uma Distro alemã, a antiga SUSE.

    Mas Distros são como clubes de futebol, cada um tem a sua paixão, não sei dizer exatamente o que me atrai mais no Opensuse, talvez o fato de ter um KDE bem redondo (é o desktop padrão inclusive), implementado na integra conforme o projeto K. Gosto muito do gerenciador de pacotes nativo Zypper , que funciona muito bem.

    Ainda sobre a Opensuse, quem curte customizar ao extremo, recomendo acessar a https://susestudio.com, e baixar uma das milhares de apliances feitas online por usuarios, ou criar a sua propria, pacote a pacote. Essa ferramenta sozinha vale um Podcast.

    Grande abraços amigos, sem desrespeitar ninguem, mas agora que o pod perdeu o sobrenome *ubuntu*, adicionei o feed no meu smartphone com mais “gosto”.

  5. Ernandes Fernandes disse:

    Eu sou de São Paulo e quanto à questão da estiagem, discutida por volta do minuto 35, uma coisa é certa: Grande parte do problema se deve ao fato de, historicamente, os paulistanos desperdiçarem fontes de água. Aqui no bairro de Santo Amaro onde moro (bairro que é o mais antigo da cidade) eu sei de pelo menos cinco nascentes de água, que dão origem a córregos que acabaram sendo usados não como fonte de água, mas sim como despejo de esgoto, ou foram canalizados e desaguam – sem uso – no Rio Pinheiros ou no Rio Jurubatuba que são bastante poluídos. Além disso, nos anos 70, muita gente aqui em Santo Amaro e em outros bairros da Zona Sul de São Paulo foi obrigada a fechar os poços de água que tinham em casa e passar a usar água da Sabesp (que é a companhia de água do Estado de são paulo), teve até o caso do dono de um posto de gasolina, nos anos 70/80 que foi processado pela Sabesp por ter construído uma cisterna, e passado a usar a água da cisterna para lavar carros, deixando assim de comprar água da Sabesp. Ironicamente, nos últimos anos começaram a surgir propostas de incentivo à construção, justamente, de cisternas aqui na cidade e elas voltaram a ganhar destaque ultimamente.
    O que se lança na nuvens, para fazer chover, são foguetes que, ao explodirem, liberam cristais de Iodeto de Prata forçando assim o processo chamado de “nucleação”, quando o vapor de água contido na nuvem começa a aderir à pequenas partículas de poeira, ou outros materiais que estejam suspensos junto com a nuvem, formando gotas de água e portanto causando chuva. A ideia é evitar que as nuvens passem por cima da região onde há estiagem sem que haja chuva, ou seja combater as “nuvens passageiras”

    • Renan Silva disse:

      Olá, Ernandes Fernandes. Poderia, por gentileza, compartilhar a fonte ou contar como foi que soube do caso da cisterna proibida pela SABESP (anos 70~80)? “teve até o caso do dono de um posto de gasolina, nos anos 70/80 que foi processado pela Sabesp por ter construído uma cisterna” – que você citou.
      É que eu já ouvi falar disso também, mas a pessoa não me deu fonte.
      Obrigado!

      • Ernandes Fernandes disse:

        Olá Renan! A fonte que tenho no momento – infelizmente – se resume a pessoas daqui de Santo Amaro que vivenciaram a época. Pretendo fazer um estudo mais aprofundado do tema no futuro, pois meu interesse em cisternas é antigo, mas atualmente estou envolvido demais em problemas com minha graduação para poder fazer um estudo desses. Sinto não poder dar uma fonte mais sólida, porém mais importante do que isto é que as propostas de incentivo ao uso de cisternas deixem de ser apenas propostas e se concretizem em larga escala, e que se incentive a recuperação e uso das inúmeras pequenas fontes de água que estão espalhadas pela cidade e poderiam ser utilizadas para fins não potáveis. Pois, com uma população de cerca de 11 milhões de pessoas, uma cidade como São Paulo não pode depender de apenas três ou quatro represas (para se ter uma ideia do que significa esta população, basta lembrar que o Uruguai tem cerca de quatro milhões de pessoas, e Portugal tem cerca de dez milhões, em áreas obviamente muito maiores do que São Paulo)

  6. Ernandes Fernandes disse:

    Aliás, quanto à água de esgoto tratada, digo (como aluno de Graduação em Química e interessado nessas questões de saneamento) que é plenamente possível tratar esta água, mas o custo disso não é nada baixo e, obviamente, as pessoas não gostam da ideia. Quanto ao depósito de “algo que não se sabe o que é” nos vasos, provavelmente se trata de sujeira da tubulação de água da rua, que com o aumento da pressão de bombeamento de água, não só na captação, mas também na distribuição de água, saiu do fundo do tubo e foi para na casa da amiga do Diego. Amigos que trabalharam na Sabesp comentam que o sistema de tubulação na cidade de são paulo tem, já há muitos anos, sérios problemas de sujeira e, curiosamente, de vazamento. Problemas que a Sabesp nunca conseguiu resolver e hoje sofre forte pressão para resolver.

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