042 .Net Open Source e Systemd again

opencast_episodio_42

Olá pessoal! Voltamos com mais um episódio do Opencast, milagrosamente mantendo a periodicidade semanal. Este episódio marca a volta do querido participante Aprígio Simões que voltou falando italiano.

Não tem como evitar, neste episódio voltamos a falar sobre o Systemd, tanto sobre a descontinuação do kfreebsd, como o funcionamento e vantagens/desvantagens do novo sistema.

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Créditos das músicas usadas neste programa:
Josh Woodward

Opencast , , , , , , , , , , 20/11/2014 21:06 11 Comentários

11 Comentários

  1. Og Maciel disse:

    Desta vez escutei até o finalzinho e o blooper depois da música de fim quase me fez engasgar com a água que eu estava tomando 🙂

  2. Olnei Araujo disse:

    Olá amigos.
    Muito bom episódio e com a volta do Aprígio, ficou melhor ainda! Parabéns a todos.
    No caso da marca Gnome, fico aqui pensando se não foi mesmo uma jogada de marketing da empresa para se tornar conhecida em outros mercados. Vai saber…

  3. George Tavares disse:

    Olá Tecnologia Aberta

    Vejo que a discussao sobre o OpenSource da tecnologia asp.net trouxe varias discussoes e algumas duvidas. Na verdade a tecnologia .net é realmente muito grande e o Og comentou que já no inicio da tecnologia algumas partes da tecnologia foram publicadas como padroes ecma o que possibilitou o surgimento do mono. Entre esses padrões estavam a especificação da linguagem C# e o CLR, que na verdade é como o bytecode gerado pelo compilador deve rodar em uma maquina virtual.
    Entretanto, somente isso não basta para que a linguagem seja realmente util. A Microsoft criou também o que chamamos de framework .net, que consiste em uma série de bibliotecas fornecido junto com a implementação deles para os mais diversos fins. Por exemplo, se voce quer realizar uma aplicação web, use o asp.net e programe desta forma. Se voce quiser realizar uma aplicação desktop, programe usando a biblioteca windows.forms desta forma. Estas bibliotecas não são disponibilizadas em licensa aberta e o pessoal do mono realizava a tarefa herculea de ler estas api’s e tentar implementar as mesmas bibliotecas de uma maneira open source.
    Algumas vezes acontecia o inverso. A galera no mono criava bindings para alguma biblioteca do linux e o mesmo funcionava no mono mas nao necessariamente no windows. Assim é o banshee, escrito C# mas a biblioteca grafica usada é o Gtk#, criada pela comunidade.
    Quanto a motivação para essa atitude da microsoft, acho que ficou claro no programa. A Microsoft quer ganhar dinheiro e infelizmente maquinas mac estão vendendo bastante. Ou seja, existirão muitos developers usando mac (ja existem, efetivamente). Como eles programarão para a plataforma/framework .net? Usando mono e esse asp.net open source.

    • tecnolog disse:

      Olá George, muito obrigado pela contribuição. Você é desenvolvedor .Net?

      • George Tavares disse:

        Nao, nao desenvolvo em .net. Programo em java, html e C/C++ . Acho importante conhecer todas as tecnologias e para poder falar mal, tem que conhecer, hehehee.

  4. Olá pessoal vejo o podcast a um bom tempo, porem na maioria das vezes atrasado então não comentava, desta vez com a volta do Mestre Aprigio (que já me deu grandes dicas), tive que comentar. hehehe

    Pois bem sobre o .Net se tornar OpenSource pelo que andei lendo e pesquisando o principal objetivo foi o que vocês falaram no podcast tornar o sistema multi plataforma e outra coisa que influenciou foi aumentar a quantidade de programadores que usam a linguagem e consequente ganhar mais dinheiro vendendo o Visual Studio (versões mais completas), para os programadores e empresas que quiserem mais facilidades no desenvolvimento de suas aplicações.

    Sobre o SystemD, hoje para poder falar com um pouco mais de conhecimento de causa, instalei o Debian Jessie para testar em uma maquina virtual e percebi que é como o Og falou, as saídas dos comandos dos daemons realmente são bem mais “sujas” do que deveriam e acho que irá demorar um pouco para me adaptar as novidades. Só espero que o que ouvi de um usuário falando num grupo do Facebook não seja verdade, que no SystemD, se um driver por exemplo o de wifi der problema, pode comprometer todo o boot do sistema, se puderem confirmar se isso é verdade ou não seria uma boa.

    Um forte abraço a todos e até o próximo.

    PS: Que pornofonia foi que o Aprigio fez/falou que não consegui compreender. hehehe

  5. Parabéns, faz tempo que acompanho, sou programador pra embarcados arm, pc touchs etc, uso linux C, php, java. Microsoft esta perdendo terreno no desktop e abrir o dotnet é entrar em outras áreas como mobile etc. Sobre o systemD concordo que que lance de dar mais o que vc pediu pode parecer anti-linux mas da tbm a info que vc pediu a opção de parametro manteria a filosofia. Sobre gcc e o CLANG os 2 cumpre o papel, o gcc tem mais material mas o CLANG vem forte principalmente pra buildroot de embarcados. Enfim estamos ai pras próximas.

  6. Ótimo episódio. Sobre o .Net, estou gostando da Microsoft liberar seus código, porém não sei o quanto isso irá expandir para as outras plataformas, pelo o que entendi eles apenas estão abrindo o código, não quer dizer que terá suporte para outras plataformas ou mesmo que funcione, teria que descobrir a política de recebimento de código da comunidade. De qualquer forma acredito que irá depender de alguém da comunidade fazer, já que eles poderia fazer o .Net no GNU/Linux ou Mac sem precisar abrir o código.

    Realmente as saídas do systemd são úteis e mostram informações importantes, porém minha crítica vai para a quantidade de informação por padrão, se eu quero saber se um serviço está rodando, informações de pid e log são apenas sujeira na tela, obviamente ajuda a achar um problema, porém poderia ser outro comando ou uma opção e deixar as saídas padrões mais limpas. Concordo que o sysvinit está ultrapassado e padronização facilita muito a vida, porém não gostei da forma que foi feito centralizando tudo em um ponto apenas, preferiria se fosse um padrão para definir o comportamento dos processos, deixando eles independentes como era.

    • tecnolog disse:

      Obrigado pelo comentário Eduardo, que bom que gostou do episódio. Acredito que o systemd e o .Net ainda passarão por outros episódios.

  7. Pablo Eduardo disse:

    Parabéns pelo ótimo podcast, mudando um pouco de assunto, hoje eu estava vendo uma notícia que em 2015 será lançado o smartphone Meizu MX3, vi um pouco da interface do Ubuntu Touch e achei o sistema extremamente bonito.

    Minha pergunta é, porquê será que a canonical não adota esse visual tão bonito em suas aplicações para desktop assim como a apple faz unificando a experiência do aplicativo de músicas por exemplo com o Itunes, pois vejo que a experiência que uma pessoa terá manuseando o aplicativo de fotos do Ubuntu Touch será infinitamente melhor que se manuseando fotos no ubuntu para desktop. Esse exemplo se aplica de forma muito parecida para a maioria dos aplicativos que eu vejo nas demonstrações do Ubuntu Touch.

    Um forte abraço e espero que esse grande trabalho de vocês faça muito sucesso !

    • tecnolog disse:

      Pablo, a ideia usada pela Apple é da Canonical que anunciou a unificação da base de código das interfaces muito antes de qualquer outra fabricante de software. O que acontece é que a Canonical vai usar um único código para todos os dispositivos, as outras fabricantes estão deixando a interface muito parecida em todos os dispositivos, mas com códigos totalmente diferentes.

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