Opencast #43 – Jogos no Linux

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Está no ar mais um episódio do Opencast. Este episódio foi pensado durante pelo menos 2 anos, mas a agenda dos participantes nunca fechava, até que desistimos deles do mesmo jeito que eles desistiram da comunidade de software livre.

Sempre é bom esperar o tempo, pois neste episódio temos a participação mais do que especial do Dionatan do site Diolinux. Ivan, juntamente com Diego e Aprígio se juntaram ao Dionatan para falar sobre jogos no Linux, desde antes da chegada da Steam, até o grande impacto que a mesma causou neste universo quase esquecido dentro das comunidades de software livre.

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Créditos das músicas usadas neste programa:
Josh Woodward

Opencast , , , , , , , , , , 28/11/2014 00:20 11 Comentários

11 Comentários

  1. Antônio Carlos disse:

    Excelente tema pro opencast, muitovexclarecedor. Faltou falar das capetosas SiS e VIA, essas filhas de satanás que ainda são um parto pra configurar. E com jogos, nem pensar.

    • Henrique disse:

      O SteamOS é o futuro mas ele não é hoje para competir com o windows e sim com o playstation e xbox
      os aparelhos com SteamOS vai ter controle, o Steam controller
      No futuro a Valve pode lançar o SteamOS com enfase em desktop, mas não atualmente
      A ideia da valve é sensacional, abrir o mercado de consoles igual ao windows que abriu o mercado de PC para varios fabricantes de hardware nos anos 80, e igual ao Android que abriu o mercado de smartphone para varios fabricantes de hardware recentemente
      Mas ao criar estes consoles ele ajuda o linux muito e o melhor joga as empresas de hardware contra a Microsoft porque se tornam concorrentes direto, e fazem empresas como Intel, Nvidia, dell alienware, ASUS e dezenas de outras empresas terem interesse em ampliar o catalogo de aplicativos e jogos para linux

  2. Wesbter Batisa disse:

    Muito bom o opencast sobre jogos linux e ouço também o diocast e hack’n cast, (acho que isso vicia) se tiver mais ae manda (acho que não terei mais vida).

    Jogava muito perfec world, mas quanto parei de usar o Win, conheci o Regnum, cara muito bom para que gosta do genero.

    Um tema essencial para o futuro do sistema GNU/Linux. Não quero ser xiita ou Stallmanista mais a comunidade não vai perder a sua essência de software livre se as empresas entrarem de cabeça?

    Seremos um Sistema Livre com softwares fechados. Isto não traz um perigo para a integridade do sistema?
    Entendo que para ter grandes jogos temos que ter grandes empresas envolvidas. Mas ate a onde elas estarão dispostas a entender a filosofia da comunidade.

    Talves as grandes empresas não portaram software com photoshop, Dreamwaver, CAD e muito outros com receio de serem forçadas a abrir os códigos.

    Não sou Fundamentalista (Stallmanista) mas já vimos que ele tinha razão. Agora como juntar dois conceitos extremistas em seus oposto andarem juntos?

    Valeu e continue com esse excelente trabalho.
    “Linux no coração mais sem perder a razão”

    • Dalmo disse:

      Penso igual a você Wesbter Batisa.
      Não sou Xiita, mas também tenho medo de muitos softwares proprietários…
      Não estou sendo igual ao Richard Stallman, mas estou pensando como fã do Linux, uso sim alguns softwares com código fechado como a própria Steam por exemplo…
      Mas e se a longo prazo termos mais softwares fechados que abertos?
      Umas das maiores vantagens do Linux e dos projetos de código aberto em geral é a correção instantanea de falhas de segurança, mas se começarmos a ter mais projetos proprietários que abertos?
      Acho necessário a vinda de algumas empresas como é o caso da Valve, mas fico sempre com o pé atrás com essas empresas, afinal o que importa para eles é o dinheiro e não o software…
      É muito difícil vermos hoje em dia empresas como a Red Hat que ganham dinheiro mas não deixam de contribuir com os projetos de código aberto…

  3. Ótimo episódio. Ouvindo as opiniões sobre o GNU/Linux e o marcado de jogos cheguei a minha opinião. Com a baixa dos desktops para notebooks e mais recente para tables e smartphones, acredito que para o usuário final ele vai se importar cada vez mesmos com o sistema operacional, então se ele tiver um device para jogar e navegar na internet já seria o suficiente, podendo assim ser o espaço para o GNU/Linux.

    Porém ainda teremos uma briga com os consoles. Como são vendidos a baixo do preço para popularizar tecnologias, como o CD, DVD e Blu-Ray, além de se recuperar com a venda de jogos, poderia complicar a venda do desktop como um simples device para jogos.

    • tecnolog disse:

      Muito obrigado pela colaboração Eduardo. O que mais gosto é quando cada um chega a sua própria opinião.

  4. Everton Melo disse:

    Boa tarde, excelente cast, gostaria de parabenizar a todos pela iniciativa.
    Eu sempre curtir jogos por isso tenho um ps3, que atualmente quem usa mais é meu filho com o netflix do que eu com jogos, devido ao preço e a disponibilidade de jogos eu entrei na Steam.
    Larguei meus jogos de windows e fui de vez pra o os games pra linux, dai na Black Friday comprei um Pack com so com jogos exclusivos para linux. left4d2, half life 1,2; portal 1,2, Todos Counter Strike a partir do 1.6 ( o classíco ) até o CS Go. To muito feliz minha maquina ta processando melhor cada jogo.. como se tivesse feliz assim como eu estou!

    grande abraço a todos.. e sou colaborador do Wine caso alguém precise de alguma info é so solicitar, grande abraço!!

  5. Ernandes Fernandes disse:

    Quanto ao que é dito por volta do minuto 59 sobre “porta paralela”, no início deste ano eu conheci uma pequena empresa, que faz uma espécie de máquina CNC, que é comandada por um computador e é ligada ao micro exatamente pela porta paralela!
    Sim! uma máquina feita em 2014, que precisa ser ligada a um micro pela porta paralela!

  6. Daniel Souza disse:

    Pessoal que já viu o Doom rodar em tudo, dá uma olhada onde fizeram rodar o Quake nesse link https://www.youtube.com/watch?v=aMli33ornEU

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