Opencast #44 – A volta do Castalio Podcast e Br-Arduino

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Dando tempo entre um episódio especial e outro, hoje Ivan, Diego e Og Maciel voltam a falar de alguns acontecimentos do mundo do software livre. Iniciamos a conversa falando sobre a volta do Castalio Podcast que estava fazendo falta, voltamos a falar do SystemD, Br-Arduino e Firefox 34.

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Créditos das músicas usadas neste programa:
Josh Woodward

Opencast , , , , , , , , , , , , 04/12/2014 14:01 2 Comentários

2 Comentários

  1. Eliel Sousa disse:

    Parabéns galera, muito bom o episódio,
    E já ouvi o episódio do Castalio sobre VIM,

  2. Ernandes Fernandes disse:

    Quanto a parte do “Espaço da Comunidade”, é importante lembrar alguns aspectos:
    Estamos falando da vinda de empresas de jogos. Se as produtoras de jogos usarem o GNU/Linux, ou o BSD, como base para rodar seus jogos, isso não significará perdas para as comunidades (desde que, obviamente, as produtoras de games não queiram interferir na organização das comunidades que constroem os sistemas operacionais em si, ou ditar alterações em softwares como condição para portar seus jogos). Pelo contrário, pode auxiliar as comunidades, pois a vinda de jogos para estes sistemas atrairá usuários para eles, e podemos ter alguns desses novos usuários colaborando com a comunidade não apenas usando os sistemas, mas com doações, divulgação e etc.

    A dificuldade com os jogos, está na sofisticação exigida pelo seu mercado atual. Não há mais espaço para jogos como aqueles dos tempos dos micros de oito (ou dezesseis) bits, como MSX, Apple II, os micros da Prológica e etc. Estes jogos eram tão mais simples, que o código de muitos deles podia ser publicado em uma revista, e era tão mais simples desenvolver um jogo aceitável para os padrões da época, que todo mês apareciam nas revistas jogos que os leitores desenvolviam e abriam o código. Duvido que qualquer jogo atual tenha código pequeno o suficiente para caber em uma revista, ou simples o suficiente para alguém desenvolver nas horas vagas.
    Quanto às empresas em geral, o que diferencia a Red Hat de algumas outras, é que ela ganha – muito – dinheiro com software livre, mas ajuda a comunidade de várias formas. Desconfio que o temor dos leitores que comentaram anteriormente é as possíveis novas empresas a lançar softwares para GNU/Linux se resumam a parasitar o trabalho da comunidade ou queiram ditar o que a comunidade deve fazer.

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