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Opencast #46 – Flisol 2015

opencast_episodio_46

Voltamos com o Opencast depois de quase desistirmos do site, como disse um amigo, este é um episódio Phoenix pois retornou das cinzas.

Para quem quer entender o por que ficamos tanto tempo sem episódios, este é o episódio certo. Mas o assunto principal deste episódio não é os problemas que o site passou, mas sim o Flisol, Festival latino americano de instalação de software livre. Para explicar melhor como funciona o evento, convidamos o Thiago Paixão, Coordenador nacional do evento, para nos explicar todos os detalhes deste que é o maior evento de software livre do planeta. Claro que também falamos sobre a polêmica gerada pela declaração do Thiago sobre a não instalação do Ubuntu durante o Flisol 2015.

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Créditos das músicas usadas neste programa:
Josh Woodward e DanoSongs.com

Opencast , , , 19/04/2015 20:51 11 Comentários

11 Comentários

  1. Bruna Ferreira disse:

    Fico feliz de você ter mudado de ideia.
    Se ficar difícil manter o site é só falar que estamos aqui para ajudar.
    Hoje mesmo eu estava falando com uma amiga sobre emprego, ela também saiu da empresa onde trabalhava e agora procura algo para fazer. Pensamos em lojas online, uma rede de lojas chegou a mandar e-mails para que usuários abrissem franquias virtuais da mesma. Não entrei nessa por não ter conta corrente, mas estou pensando em abrir uma loja.
    No mês do meu aniversário eu quero uma camiseta do Ubuntero.
    Até junho! Um abraço.

  2. paulo disse:

    ê sofrência. lá vamos nós de novo! 😉

  3. Olnei Araujo disse:

    Muito bom o episódio! Voltaram em grande estilo.
    Tratando do assunto polêmico sobre o Ubuntu no Flisol, o Thiago falou algo que, no meu entender, não é verdade. Ele disse que o Ubuntu já vem com codecs proprietários instalados por padrão. Não vem. Creio que ele fazia referẽncia ao Mint. No Ubuntu, no começo da instalação, você é perguntado de maneira clara se deseja instalar os codecs de terceiros.
    E outra coisa, se uma ferramenta qualquer, software ou não, é criada para facilitar de alguma forma a execução de tarefas pelas pessoas, torna-se condição primeira,que ela seja focada na experiência do usuário, o qual foi a razão da sua criação. Do contrário, não faria sentido a sua criação.
    Foi pensando nisso, o Ubuntu vem conquistando milhares de corações e mentes (livres,de verdade!) ao redor do mundo.
    O resto é mimimi…
    Grande abraço.

  4. Ramires disse:

    Caro amigo, feliz que tenha voltado para atividade.

    Depois de um episódio épico sobre o openBSD, seria uma grande perda para a comunidade de software livre.

    Sobre o episódio, ja baixei e vou fazer a audição, esta parecendo ser bem legal.

    Acho que você deveria fazer como a galera de alguns podcasts tem feito, crie uma conta no Patreon, Paypal Donation, ou até mesmo deixe link para doação, existem diversas formas de conseguir levantar fundos para manter o blog e o podcast. Sei que isso não vai “comprar” tempo disponível, até por que esse não é o intuito, mas pode ajudar a manter hospedagem, host, etc.

    É preciso avançar nesse assunto, isso não é nenhum tabu.

  5. Nossa, fui citado no episódio!!!
    Excelente ep, curti demais! Aguardando os próximos.

  6. Emílio S. disse:

    Muito bom este episódio, mas cara… Que agonia da interferência do participante que estava falando sobre o flisol!
    No mais, parabéns!

    • tecnolog disse:

      Sim, mas não tivemos o que fazer, pode ter certeza que estava pior e que fizemos o possível para melhorar. Como o conteúdo era bom, preferi manter mesmo com o ruído.

  7. Há muito tempo que apoio mais ao OSI.

  8. Carlos disse:

    A intervenção do Thiago Paixão mostrou o grande preconceito que existe contra o ubuntu, derivado de uma comunidade sectária, exclusivista e que não enxerga que, graças a Canonical, o isfenicídio deixou de ser um sistema operacional insignificante para usuários finais.

    Se houver um flisol sem ubuntu, deverá sê-lo sem debian, opensuse, fedora, red hat etc, e seus kerneis com binários não livres. Ou se preferirem, com o trisquel: distro inútil para muitos dos usuários, pois nem todos conseguem usar um computador somente com drivers livres.

    Parece que, para Stalman, Anahuac & Cia, vale a máxima de Milton: “melhor reinar no inferno que servir no céu.”

  9. Eu apoio completamente a iniciativa de não instalar software proprietário durante o FLISOL, já que é um festival de instalação de software livre.

    Existe uma diferença de como é abordado software proprietário. OSI classifica software proprietário como não ideal, porém aceita o seu uso, principalmente se não existir alternativa open source. O movimento software livre prefere não fazer a fazer com software proprietário, por isso esta posição extremista.

    Também entendo a posição do Stallman, que seria contraditório ele aceitar e ainda mais utilizar software proprietário, o movimento precisa de pessoas que demonstrem que é possível não depender de software proprietário. É estranho ao meu ver alguém falar de algo que não seque, diferente do Stallman que seque a risca.

    Como o FLISOL é um evento de software livre não faz sentido utilizar a ideologia ou argumentos do open source para atacar ou justificar algo, também não faz o menor sentido falar de outra coisa que não seja software livre. Apoio que seja instalado apenas softwares cujo a licença respeite as quatro liberdades e apenas as distribuições listadas em https://gnu.org/distros/free-distros.html.

    Para resolver esta questão poderia ser criado um evento de open source para a instalação de qualquer distribuição de GNU/Linux e não se restringir apenas ao software livre, basta o movimento open source ou outro se organizar. Agora não queira achar que um evento deve abandonar sua filosofia só porque a maioria dos participantes assim o deseja, ou então vamos mudar o nome do evento.

    No site do GNU tem uma explicação em relação as principais distros em https://gnu.org/distros/common-distros.html, só achei que todo esse movimento não deveria ser apenas contra o Ubuntu, devendo sempre citar as demais. Com isso também explica o motivo de recomendar uma distribuição baseada no Ubuntu, que é por não possuir software não livre e não oferecer a instalação.

    Debian poderia ser um caso a parte, já que está bem no limiar ente o livre e não livre. Primeiro o kernel é o Linux Livre, e nunca tive problemas por causa disso, porém existe dentro do repositório, além do main, o contrib e o non-free que utilizam ou possuem software proprietários e que as vezes são indicados sua instalação. No FLISOL poderia ser instalado o Debian main, agora se a pessoa quiser habilitar (que não é o padrão) e usar o contrib e non-free é uma decisão posterior dela, porém isso deveria ser deixado claro.

    No mais adorei a volta do podcast e estou esperando os próximos episódios. Agora se for realmente acabar o podcast um dia, coloque os arquivos no archive.org para ficar disponível para quem quiser ouvir, ou já deixe os arquivos lá, pode até reduzir os gastos para manter o servidor.

  10. Berlim disse:

    Parabéns pelo episodio, foi extremamente interessante e espero que voces possam manter o trabalho. Quanto a polêmica ubuntu, bem, conheço o Anahuac ee outros carnavais, e sinceramente, são xiitismos destes que me afastaram do PSL local e do Flisol.

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