050 Flash bloqueado no Firefox

opencast_episodio_50

Opencast de número 50 no ar e neste episódio Ivan e Diego falam um pouco sobre os acontecimentos da última semana no mundo do software livre passando desde a Microsoft(sim, ela novamente) até uma polêmica sobre o modelo de negócios do software livre que estaria falido.

Se você é do Rio Grande do Sul ou Santa Catarina e precisa de serviços de cabeamento estruturado, câmeras de segurança dentro do padrão de cabeamento estruturado, nobreaks(venda e manutenção), som ambiente, equipamentos de informática de padrão corporativo ou ainda consultoria na área de T.I., não deixe de entrar em contato com nosso patrocinador Dataware pelo telefone (54) 3712 0177.

Links do episódio

Twitter: @tecnologiaabert

Facebook: http://www.facebook.com/tecnologiaaberta

Google+: Tecnologia Aberta

Instagram: @ubunterobr

Youtube: Tecnologia Aberta

E-Mail: opencast@tecnologiaaberta.com.br

Feed do Opencast: http://tecnologiaaberta.com.br/feed/opencast/

iTunes: http://itunes.apple.com/br/podcast/id424732898

Créditos das músicas usadas neste programa:
Josh Woodward

Opencast , , , , , , , , , , , , , 19/07/2015 16:59 16 Comentários

16 Comentários

  1. Olnei Araujo disse:

    Olá pessoal!

    Muito bom o episódio. A boa notícia foi saber que o Aprigio estará de volta em breve!
    Com relação à notícia sobre a falência do modelo de software livre, me pareceu um pouco estranho que o título da matéria faz referência a “especialistas”, no plural. Porém, quando se lê a matéria, o que temos é majoritariamente a opinião de uma pessoa apenas. O nome um professor é citado rapidamente em um parágrafo de cinco linhas. E mesmo assim, me parece que ele falava sobre estratégia de marketing das grandes empresas. Sei lá, me pareceu um pouco tendenciosa esta matéria.E o alvo estava claro : Red Hat.
    Abraço a todos!

  2. Fiquei surpreso ao ver um episódio novo tão rápido, mas estou aqui novamente.

    Se quiserem me convidar para participar de algum episódio é só chamar, porém vamos ter que combinar o horário ainda mais que esta é minha última semana de férias da faculdade.

    Fiquei um pouco confuso quando falaram do software livre nas TVs, era openssl ou openssh? Acho que trocaram um pouco na hora de falar, mas se for o openssh mesmo, o monitoramento está muito mais na cara do que imaginei.

    Sobre o modelo de software livre, primeiro ele nunca teve foco em ganhar dinheiro, e sim compartilhar o conhecimento para que o mesmo não seja dominado por apenas uma empresa ou alguém. Mercado é uma discussão maior no movimento do opensource.

    Junto das notícias da Intel que não conseguiria acompanhar a lei de Moore (http://www.revista.espiritolivre.org/intel-admite-que-nao-conseguira-acompanhar-a-lei-de-moore/), diz que a demanda por PCs está menor que o esperado. No mercado de jogos temos a Konami deixando os AAA para focar em jogos mobile, a NVIDIA apostando no mercado de streaming com seu “console” (https://www.youtube.com/watch?v=8E3WxXQ85-g), além de vários jogos com microtransações.

    Na minha opinião as empresas estão focando em oferecer algo mais específico e de baixo custo, nada de softwares grandes com várias funções e opções para desktop como antigamente, e sim algo mais simples, direto e de fácil acesso. Como as pessoas querem algo que simplesmente funcione, tornar o dispositivo de acesso uma nova forma de terminal burro é o mais prático para evitar problemas de compatibilidade e desempenho, podendo assim vender o produto como um serviço, custando menor inicialmente, porém com mensalidade.

    Esse não é um cenário que me agrade, uma vez que não se tem mais a soberania sobre o computador, e tudo o que você poderá fazer é definido pelo o que as empresas vendem como serviço (novamente apresentado na palestra do Alexandre Oliva). O software livre vai no caminho exatamente oposto, descentralizando e dando a soberania do computador para seus usuários. Infelizmente não temos nenhuma empresa ganhando dinheiro com esse modelo do software livre como as empresas que vendem serviços, por isso é possível dizer que o modelo do software livre faliu (as empresas, não o modelo), mas também podemos dizer que o modelo do software como desktop foi junto. Agora se o modelo de tudo na nuvem como serviço vai funcionar é outra questão, vários lugares não tem infraestrutura adequada para o uso desses serviços, podendo dizer que esse modelo irá “falir” para esses lugares.

    Espero que esse comentário tenha ficado mais curto que os anteriores, mas que contribua da mesma forma. Só falta um dia utilizar a leitura dos comentário como sintetizador de voz.

    • tecnolog disse:

      Quando o mundo conspira a favor os episódios saem semanalmente. Estávamos falando de openssh, talvez em algum momento tenhamos enrolado a língua e ficou parecendo openssl ou até falamos openssl pensando que tínhamos falado openssh, acontece.

      • Eu estava jurando que era o openssl, uma vez que ele domina a implementação de SSL e TLS em softwares livres.

        Sendo o openssh, que também utiliza o openssl, significa que podemos conectar na TV pela internet, sabendo usuário e senha que deve ser padrão para cada fabricante, divido que utilizem certificado para a conexão, podemos descobrir que canal a pessoa está assistindo ou até trocá-lo. Se está presente alguma utilidade tem. Quem sabe eu consiga usar isso para debugar o motivo do YouTube travar tanto na minha TV que chega até a reiniciá-la.

  3. Dênison Knob disse:

    “Iceweasel has prevented the outdated plugin “Adobe Flash” from running on tecnologiaaberta.com.br”

    <object id="podPressPlayerSpace_1" data="http://tecnologiaaberta.com.br/wp-content/plugins/podpress/players/1pixelout/1pixelout_player.swf&quot; style="outline: none" name="podPressPlayerSpace_1" type="application/x-shockwave-flash" ..

    Uso Iceweasel 31.8.0 no Debian 8.1 x64.
    Como ouço os programas pelo celular, nunca reparei nesse uso de flash aqui no site. Deve ser pra quando não funciona o player HTML5 (mas deveria..).

    [ ]

    • Dênison Knob disse:

      Complementando, atualizei o flash pra ultima versão (.491) e o player acima carregou automático, mas nada de HTML5..

      Ainda sobre o Flash, já passou da hora de enterrarem.. A Adobe até podia abrir o código, ia permitir a alguns acomodados continuar o uso.

      Mas senti mesmo foi falta de comentarem sobre o vazamento de dados do Hack Team:
      http://codigofonte.uol.com.br/noticias/grupo-hacker-italiano-e-hackeado-e-vazam-documentos-comprovando-ligacoes-com-governos-e-espionagem
      http://arstechnica.com/security/2015/07/two-new-flash-exploits-surface-from-hacking-team-combine-with-java-0-day

      Nos dados vazados encontraram 2 falhas no Flash e uma no Java, além de informações sobre os clientes desta empresa (potenciais clientes governamentais no Brasil)
      http://gizmodo.uol.com.br/brasil-e-hacking-team

      Abraço e continuem o ótimo trabalho!

    • tecnolog disse:

      Olá Dênison!

      Depois da publicação do episódio eu vi que o player no site é em flash. Já estou estudando outro plugin para resolver esse problema e passar a usar um player html5.

      • Até onde eu saiba o Firefox não reproduz mp3 nativamente, os players html que rodam mp3 no Firefox usar o flash por trás, então teria que ser ogg, porém gera incompatibilidade com outros navegadores, se não me engano com o Chrome, então teria que ser wav, mas esse não toca no IE. Uma vez fiz uns testes e era algo assim (ou troquei o Chrome pelo IE). A solução é oferecer o arquivo em diferentes formatos, voltando assim a questão comentada sobre disponibilizar em OGG.

        Neste caso flash ainda é a opção se quiser disponibilizar apenas uma versão do arquivo para os navegadores que tem suportem para ele. Infelizmente é a realidade.

        • Everton Melo disse:

          acho que com um arquivo ja basta quem quiser converte, eu mesmo uso:
          http://audio.online-convert.com/convert-to-ogg ai qq mp3 posso usar no vlc os meus .ogg e os sites por ai ficam mais bonitos sem bilhoes de links com as mesmas coisas.
          O site aqui é Tecnologia Aberta, não tecnologia livre, o formato é so um detalhe, acho que seria mais relevante fazermos adaptações no site para quem tem deficiencia, com pessoas fazendo o script do que foi falando no programa, nós reclamamos de um arquivo .mp3 para um livre .ogg mas agora imagina quem não ouve e não pode nem sequer saber do que falamos, esse tb é o nosso público alvo!

          • Vamos seguir a sua ideia de apenas um arquivo e quem quiser que converta. Primeiro o site que você sugeriu não poderia ser utilizado, já que o JavaScript deste site não é livre. Além disso ele não funcionaria para o player, a menos que você consiga fazer a conversão por um código JavaScript que rode dentro do navegador. Então ainda precisamos de múltiplos formatos para criar um player sem Flash.

            Já tiveram vários serviços que tive que abandonar devido ao simples fato de não funcionar mais no Firefox, preferindo não usar que depender do Chrome. Nesta lista estão algumas funcionalidades do Steam, a leitura do texto no Google Translate, vídeos do YouTube, que só consigo visualizar em 360p, além de bancos que atualizaram e deixando de funcionar naquele mês.

            Pensar em inclusão é bom, porém imagino que a quantidade de deficientes auditivos que buscam um podcast seja muito baixa. Acredito que vale mais a pena, pelo menos nesse primeiro momento, oferecer o melhor serviço possível a quem seja o principal público alvo. Não estou dizendo que teve ou não ser disponibilizado em OGG, porém quanto maior for a dificuldade em consumir uma mídia, maior a probabilidade da mesma ser abandonada.

            • Everton Melo disse:

              Eduardo Klosowski respeito o seu ponto de vista para com os meios não livres, mas não concordo.
              sei que a solução que propus não é melhor mas quem sabe voce mesmo possa fazer isso.. montar um servidor httpd com um client PHP/JS ou qq linguagem que tenha API para converter arquivos.. depois disso disbonibilize isso para quem quiser usar… ai voce ta sendo “libre”.
              Citei a acessibilidade pois é um dos pontos onde todos nós ( membros de comunidade de software livre, usuários dê SL, e afins ) pecamos muito nisso… criamos meios que somente servem para quem não tem deficiência. Agir assim é totalmente contra as liberdades:

              “A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito;”
              “A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar ao seu próximo;”

              lhe proponho o seguinte…
              a partir do OpenCast #51 eu Everton Melo irei Transcrever todo o audio do programa… Cada Xiado e refêrência.. irei disponibilizar o código dele para quem quiser usar e modificar…
              Para tornar o programa acessível a quem tem defíciência visual… e também para tornar esse podcast mais libre.

              quanto ao arquivo .ogg ou não sugiro que voce dê uma solução elegante ( sem gamb##### por gentileza ) para que o Ivan tb tenha as estatísticas dos downloads…
              A forma que sugeri O download ainda é feito mesmo convertendo o arquivo ele tem que ser baixado no servidor origem, sendo livre ou não, essa solução ajuda quem mantém o Opencast.

              lembrando que Stallman so é o que é pois ele fez algo para mudar a situação, o Projeto Gnu foi esse algo, ele não ficou reclamando do que existe e não fez nada para mudar…

              não adianta dizer, não sou programador, não sou usuário avançado não sei fazer isso.. etc.
              procure alguém que se alinhe com a sua filosofia e peça pra essa pessoa te ajudar..
              agora se você não quer fazer nada para mudar o que existe..

              cada palavra que você disse… são da boca pra fora, na real (mi)²(mi)²(mi)² de quem so quer discordar não faz nada pra construir.. agora se voce fizer algo realmente bom.. terei o prazer de lhe pedir perdão por discordar de te.

              seja alguém melhor.. se precisar ser Desenolvedor, beta-tester, filósofo ou guerrilheiro seja..
              para de reclamar e ficar encima de muros. att

              • Não estou dizendo que o opencast deveria ser de uma forma ou de outra, assim como não estou tentando dizer que o software livre é melhor que os outros. O que eu defendo é não confundir uma coisa com outra e no caso do software livre não cair em pequenos erros (como o caso de javascript proprietário). É isso que eu estou fazendo, quando vejo alguma confusão ou que pode levar a maus entendidos, comento para tentar esclarecer.

                Infelizmente não tenho nenhum servidor para hospedar este serviço de conversão caso eu desenvolva, então seria apenas mais um código sem muito uso. Se for para cada um subir seu serviço, é mais simples utilizar o ffmpeg por exemplo. Também não tenho uma solução que não envolva duplicar os arquivos ou perder as estatísticas. Só comentei das dificuldades que será enfrentado caso resolvam retirar o player em flash do site e ainda quiser que funcione em todos os navegadores e itunes.

                Atualmente só tenho tempo livre das 22:30 até as 8:00, considerando que ainda preciso dormir, o pouco tempo que tenho tento dividir entre minhas coisas, meu blog e alguns códigos que desenvolvo e publico. Antigamente tinha o podcast piratas da internet também, utilizamos o internet archive que disponibilizava o arquivos em OGG e MP3 e eu tinha escrito o player para buscar o formato suportado pelo navegador.

                Não sou extremista com relação ao software livre, existem vários softwares proprietários que utilizo, porém sei quais são e sempre busco uma alternativa livre quando possível. Sou extremista com conceitos e que a informação seja a mais correta possível. Não me importo se o opencast e todos os outros podcasts continuarem com MP3, eles não são sobre software livre.

                Concordo quando diz a respeito de acessibilidade, porém não tem nada que diga que o software sempre tenha que ser acessível, muito pelo contrário, a GPL diz que o software é disponibilizado da forma que está e sem garantias que se adéque a um propósito específico (https://www.gnu.org/licenses/gpl.html#section15). O importante é permitir que quem deseja adequá-lo e compartilhar o conhecimento possa, podendo por exemplo ver essas questões de acessibilidade.

                • Everton Melo disse:

                  Eduardo nao quero discutir o que é melhor para voce o nao, mas quero que expresse aquilo que realmente pode fazer sobre algo que diz, falo disse pelo seguinte eu acredito no software livre e prego isso em qq lugar q for pois vivo isso e seria hipocrisia o contrário.
                  quero reflita sobre a sua perspectiva todo mundo que diz ser a favor de software livre e nao aberta na real nao move nada para isso mude… nem sequer se insere em algum projeto para divulga-lo com notícias ou sei la gerenciando listas de e-mail, os caras mais extremistas pouco fazem afinal o unico feito deles é mover a lingua e falar mal, agora quem se move nao tem tempo para ir ao contrário proproe soluções, talvez voce nao precise executa-las mas se for boa alguém irá lhe ajudar mas toma a iniciativa….

                  sem mais quero que reflita tb sobre outro ponto que voce afirmou:

                  “a respeito de acessibilidade, porém não tem nada que diga que o software sempre tenha que ser acessível, muito pelo contrário, a GPL diz que o software é disponibilizado da forma que está e sem garantias que se adéque a um propósito específico”

                  é um equivoco pensar de tal forma, ja que a sua perspectiva esta restria a GPL e se eu aplicar a licença de distribuição LGPL seria o mesmo problema? ou mesmo uma licença MIT/BSD ou apache…

                  antes de pensar em distribuiçaõ temos que lembrar o que é software livre:
                  https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.html

                  Por “software livre” devemos entender aquele software que respeita a liberdade e senso de comunidade dos usuários. Grosso modo, os usuários possuem a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, mudar e melhorar o software.

                  não ta expresso nossa tem que ser acessível e tals, porém o conceito de liberdade se equivale a qq um, ou seja se um software for “livre” para quem tem uma visão perfeita, tem que ser tb para quem é mudo, surdo e cego, pois dar liberdade a UM e calar os Outros não é liberdade mas sim… hipocrisia, fachada e incompetencia… pois as prisoes fazem justamente o contrário, quando o software proprietário te aprisiona ele nao leve em consideração qual deficiencia voce possue, nem mesmo qual filosofia segue ele o faz e pronto.. o software livre teria que fazer o contrário para anular a ação, caso contrário ele apenas esta aberto… não livre.

  4. Everton Melo disse:

    Ola boa tarde, parabens pela iniciativa Ivan e Diego.
    eu gostaria de fazer alguns comentários sobre as notícias ( apenas alguns adendos ).
    sobre o Kernel 4.2 um de vocês comentaram sobre jogar com controle de Xbox na steam, eu sou gamer steam somente em linux, e gostaria de divulgar que muitos dos requisitos de instalação de alguns jogos são omitidos pela fornecedora do jogo, o item é o sistema de arquivos. Dead Island por exemplo so funciona com o EXT4, conhece gente que usa o XFS entao fiquem atentos a isso. outra coisa o Propósito do SL não é liberdade as desenvolvedoras tão mudando isso, tão forçando a usarmos o FS que elas querem isso não é bom.
    Quando Flash não vejo a hora dele morrer logo, mas para fins de documentação vejam qual falha a Mozilla apurou: http://www.securityfocus.com/bid/74065 o buraco é imenso das versão 7.0 a versão 11.0 do Flash.
    Quanto aos bancos é complicado eles admitirem que usam Software pois isso ainda tem um efeito negativo para o povo que é so de negócios e vincula livre ao aberto, e o aberto ao público, exemplo: se voce for nas conferencias PostGree encontrará varios sysadmins e DBas dos principais bancos do Brasil porém poucos deles estrão usando Crachá da empresa rss.
    e quanto aos terminais de auto-atendimento não os outros mas ja travei um terminal do Itau com WINdows XP( isso faz algum tempo, não sei se ainda é MS-kernel 5.1) e ja consegui acessar a ajuda do windows XP tb num caixa eletrônico do banco Santander, e com ajuda aberta abri o cmd e dei um restart.. rss ( desse tenho fotos ), nos terminais de autoatendimento da Sabesp aqui em sp dava pra fazer o mesmo.
    http://www.schalter.com.br/resources/js/ckeditor/ckfinder/images/produtos/SCH-SABESP_17.jpg
    ( ohh saudade, se voce se esforçasse dava até para abrir o ie. )
    quanto a notícia do “computerworld” comecei a ler e nem terminei, nem tem quem foi o autor desse texto, coisa de gente irresponsável! parei de ler noticias desse site e do idwnow faz tempo, eles traduzem de qq jeito ou mesmo copiam matéria deturbando o SL pois isso da repercussão.
    Para combater esse tipo de notícia falha e irresponsável, leiam:
    http://www.bdita.bibl.ita.br/tesesdigitais/lista_resumo.php?num_tese=000556393
    um “Guia de migração para software livre baseado no PMBoK.” de: José Bernardo Neto, é uma tese de mestrado do ITA que trata com destreza desse assunto.
    e outra coisa a nuvem não é a solução para tudo, vejam isso:
    https://technet.microsoft.com/library/security/MS15-078 a MS não divulga isso, ja que pode afetar a fé das pessoas com esse tipo de serviço dedicado.
    Para saber quem do governo usa SL e quem contribui, acompanhem:
    http://www.softwarelivre.gov.br/casos-de-sucesso

    continuem assim, grande abraço, muito sucesso!!!

  5. Marcos Alberto Marques Dias disse:

    Para controlar o ChromeCast a partir do Google Chrome no Ubuntu por exemplo ou qualquer outra distribuição Linux você precisará adicionar uma regra para aceitar pacotes UDP em todas as portas efêmeras. O intervalo de portas efêmeras para o pacote multicast inicial deve ser 32.768 – 61.000. Você pode verificar isso com o seguinte comando:

    cat /proc/sys/net/ipv4/ip_local_port_range

    Então a seguinte regra abaixo deve funcionar…

    iptables -I INPUT -p udp -m udp –dport 32768:61000 -j ACCEPT

    Eu tirei a dica do seguinte link: http://goo.gl/U62cms

    Ainda não tive a oportunidade de testar pois não tenho o ChromeCast. Se alguém tiver o mesmo e fizer o teste e correr tudo bem só deixar o feedback. 🙂 Muito bom esse episódio só não consigo entender a cabeça de certas pessoas no mundo da tecnologia. A matéria lá que fala que o modelo de software livre é um fracasso parece mesmo uma verdadeira piada. Se fracassar é ter lucro de mais de 1 bilhão como a Red Hat teve em 2013 eu sinceramente gostaria de fracassar todos os anos. 🙂

  6. Everton Melo disse:

    notícia de ultima hora: https://goo.gl/B0GaJg ( debian descontia suporte a arquitetura Sparc ) nas versões instável, experimental, jessie-updates. fonte: Joerg Jaspert
    Date: Mon, 27 Jul 2015 00:16:32 +0200 Message-id:

    parece amigos que os Sparcs vão morrer mesmo…

Deixe seu comentário para Marcos Alberto Marques Dias

Website