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Opencast #52 – 100% Open Source

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Opencast de número 52 no ar e neste episódio Aprígio, Diego, Ivan e Thiago comentam sobre a possibilidade de se utilizar 100% Open Source no dia-a-dia em algumas áreas de trabalho ou em casa. No final do episódio o Aprígio esclareceu um pouco sobre o assunto polêmico da semana que é o “lançamento” do Microsoft Linux.

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Créditos das músicas usadas neste programa:
Josh Woodward

Opencast , , , 21/09/2015 00:06 16 Comentários

16 Comentários

  1. Everton Melo disse:

    Ola Senhores!
    parabens pela iniciativa!
    Gostei muito do tema, coincidiu com que fiz da minha vida.. Desinstalei o Ubuntu 14.04 LTs, tentei usar o PCBSD 10.2 mas não tive êxito.( tive problemas com drivers e alguns softwares proprietários )
    ai eu fui pra uma Solução mais ZEN( um termo que usei do meu amigo Fabio Costa ), instalei o Trisquel 7.0 ( que é baseado na Versão Ubuntu 14.04 LTS porém com drivers somente Livres e Kernel LIbre.
    Não tive problemas ao instalar drivers abertos de video, audio e algumas bibliotecas e alguns sofwares como Steam.
    depois de atualizar o meta-pacote MESA. todos os jogos da Valve ta funcionando.
    o PlayOnlinux também ta atualizado em funcional.
    Tive apenas um problema ao utilizar o software RedShift.
    fora isso tudo OK..
    tive uma melhora de desempenho de 30% em alguns softwares e outros como avidemux graças a bibliotecas tive uma piora de desempenho.
    ouvi de muitos colegas, voce ta arranjando Sarna para se coçar!
    porque voce fez isso consigo mesmo?
    sendo que o Ubuntu estava me “travando” com soluções não livres, principalmente para “Media Server”, mesmo com software proprietários instalados e funcionando o PlexMediaServer Travava, no trisquel eu senti que ficou mais estável.
    Uma coisa interessante ouvi os meus colegas me zuando dizendo que eu tornar o meu trisquel nao livre instalando alguns sistemas proprietários, porém quem diz que ta 100% Livre muitas vezes usa Sistemas Open em seu celular ( android, Cyanogem.. FirefoxOS ), a única solução Free/Libre é o Replicant(http://www.replicant.us/supported-devices.php) que tem vários problemas como:
    – Suporte bem limitado a aparelhos, não possui drivers de Bluetooth.
    dentre outros problemas como um processo de instalação complexo:
    ( http://redmine.replicant.us/projects/replicant/wiki/Replicant40PortingGuide) instalar um FreeBSD é mais facil que isso ai. Apenas no modo texto tah rsss..
    Quando ao sistema Linux da MS tenho Dois links que podem ajudar sobre o que o Aprígio, disse:
    ambos são para estudos:
    https://www.microsoftvirtualacademy.com/en-us/training-courses/managing-linux-workloads-in-windows-server-and-system-center-8764?l=Pxb5jsx1_6504984382
    e também:
    https://www.microsoftvirtualacademy.com/en-us/training-courses/deploying-linux-vms-on-microsoft-azure-8451?l=tRcFMrWz_8204984382

    são partes do curso de MS virtual Academy que reforçam o que o Aprígio falou, são APIs e algumas ferramentas para linux, não é um SO puro…

    enfim to muito feliz por fazer parte da Família Tecnologia aberta, espero que continuemos crescendo cada dia mais.

    Quanto o link com a transcrição, não passei pois ainda não terminei, porém to com uma pulga atrás da orelha? será que temos algum ouvinte deficiente??

    postei a minha ideia no grupo da distro Linux acessível, fui zoado por achar que transcrição iria ajudar alguém.
    será que estou errado? o Opencast tem ouvintes deficientes?? ou mesmo que precisem do rotei escrito para algo?
    se alguém souber me responder ficar grato.
    atenciosamente.

  2. Everton Melo disse:

    mês passado eu estava conversando com meu colega Jung Kyu, que eu conheci do grupo de software South Korea, ele comentou que la na Coréia do Sul muitos lugares ainda usam Windows 7, não porquê as pessoas la são “hipsters” mas sim pois a maioria dos bancos usam ainda “ActiveX” então lembre-se que se você reclama do banco usar o Java Oracle, imagina se voce morasse na Coréia do Sul? ainda teria que usar a tecnologia de 1996 e pior ainda da Microsoft.
    sugeri o PipeLight para contar isso ainda não obtive retorno.

  3. Antonio Souza disse:

    Estou rindo muito. Eu li muito sobre o assunto “MS Linux”. Postei meio que “cutucando” as pessoas e até zoei sobre qual nome ficaria melhor: “Linux MS” ou “MS Linux”. E vi muita gente se exaltando.
    Mas, o que mais encanta era lá atrás o Ballmer dizendo que o Linux “é um câncer”… Também acho. Um câncer sem cura.
    Eu até acho que 90% dos posts e comentários eram gente dizendo merda para zoar mesmo. Afinal, instigar a MS é muito bom.

  4. Antonio Souza disse:

    Ah, esqueci: no site da MS Azure onde tem a dona lá, um cara pediu o link para baixar o tal Linux MS, e um cara doido lá liberou o link para baixar. Claro que era um virosinho. kkkk

  5. Antonio Souza disse:

    Não podia esquecer. Convidaram o Silvio Santos? Parece muito a voz. hehe

  6. yasser disse:

    vamos colocar o disqus como sistema de comentarios

  7. yasser disse:

    tambem gostaria que o opencas tivesse uma sessão separada do site,,,,

  8. José Augusto Ribeiro disse:

    Fortaleza (CE) por aqui, bela iniciativa!

    • Everton Melo disse:

      Valeu José Ribeiro,
      se possível divulge o Opencast para pessoas que voce vê, que gostam do tema tecnologia.
      O site tem esse proposta e o Podcast é uma extensão disso.
      fique a vontade para dar feedback dos pontos que voce gostou ou nem tanto.

      atenciosamente.
      TA – TEAM!

  9. Gabriel Melo disse:

    Saudações, companheiros.
    Primeiramente, um enorme agradecimento a todos pelos esforços despendidos na realização deste podcast. Acompanho desde o início e pude fazer alguma idéia, ainda que longínqua, das dificuldades que passaram ao longo deste. Fico muito agradecido por construirem um programa com a temática pela qual tenho muito apreço. E ainda não se prendendo unicamente a entrevistas de convidados (fato, infelizmente, muito comum por aí). E sim, relacionando toda uma sorte de temas interessantes e diversos, como comentários sobre notícias, análises e afins, de uma forma exclusivamente sempre tão agradável.
    Gostaria de deixar uma nota sobre o comentário do uso pelo bancos brasileiros da (maldição… brincadeira) do runtime (conforme deu a entender) Java. Segundo comentado no programa, todos os bancos estariam fazendo uso desta tecnologia. Porém, pelo menos um banco, posso atestar que não faz uso desta, o Bradesco. É possível acessar, perfeitamente, o internet banking sem ter o JRE instalado. O banco faz uso sim de Java, mas apenas no back-end ao que parece. E, pasmem – embora seja aconselhável bater três vezes na madeira ou executar qualquer ritual supersticioso para afastar a mínima possibilidade – ainda não faz uso da verdadeira maldição em forma de malware “legitimado”, o inominável GBPlugin/G-Buster/Warsaw da polêmica GAS Tecnologia. A grande besta em possessão desenfreada causando toda uma aleatoriedade de problemáticas e quedas de desempenho em máquinas, redes e afins. 🙂
    Bom, o fato é que não posso atestar que outros bancos sejam passíveis de acesso sem o uso do JRE, porém no caso do citado banco, este ainda não é necessário. Ainda… Contudo, ao meu ver, já fica claro como tem sido desnecessário o uso destas tecnologias para um acesso considerado seguro.
    Um outro adendo que vale ressaltar (como abordado no programa) sobre o uso do Java é como o governo tem realmente difundido seu uso através de programas da receita federal (nfes, irpf, itr…) e afins. Assim como, de uns tempos pra cá, também tem sido feito, amplamente, na esfera judicial. Como obrigatoriedade para o acesso ao sistema judiciário eletrônico. Uma grande e crescente bola de neve, a qual quem já teve a oportunidade, conhece bem os desprazeres do trabalho relacionado.
    Novamente, muito agradecido. E se servir de sugestão, seria interessante uma abordagem sobre o tema de programas TUI (Text-based User Interface). Afinal, o Aprígio sempre pareceu ter muito a contribuir sobre o tema. 🙂
    “Live long and prosper.”
    Abraços.

  10. Chegando atrasado, porém não poderia deixar de comentar um episódio como este.

    Primeiro sobre o player, foi um ótimo passo. Infelizmente no Firefox ainda é necessário utilizar o flash para poder ouvir o episódio, mas como não ouso o episódio direto do site, não muda muita coisa para mim.

    Tenho que elogiar a explicação da diferença de software livre e opensource, inclusive que esses movimentos não estão ligado a licenças, e sim que algumas licenças respeitam esses princípios. O maior ponto da parte monetária é a não cobrança por liberdades, ou seja, se você tiver o software terá todas as liberdades sem precisar pagar algo a mais, liberdade neste caso não é um extra.

    Realmente não é possível utilizar software sobre GPL em softwares proprietários, porém existe uma licença chamada LGPL, que permite esses softwares sejam linkados com binários livres, sem a necessidades de também serem livres, muito utilizados em bibliotecas. Assim como o AGPL, que se aplica em outros casos.

    No FISL deste ano ouvi uma analogia muito interessante. Você pode ter um copo cheio de água, se colocar uma gota de veneno, não importa mais a água, vai ser um copo de veneno, pode até dizer que tem os dois, mas não é mais só um copo de água. Olhando para o ideal de software livre, se tiver algo não livre, todo o sistema deixa de ser, uma vez que existe uma parte do sistema onde nem todas as liberdades são válidas, o todo também deixar de ser.

    Uma coisa que não ficou claro, se estavam tentando usar apenas opensource, software livre ou até analisando os dois casos.

    A respeito do Coreboot, ele é um projeto opensource, existe um fork chamado Libreboot, que este sim é considerado livre. Segue o link da palestra do FISL sobre o projeto para quem tiver interesse: http://palestras.softwarelivre.org/palestra/exorcismo-de-bios-privativas/.

    Atualmente tenho problemas com driver wireless não livre, simplesmente aparece no meu dmesg “firmware panic”. Não tenho menor ideia do motivo, ou como solucioná-lo. Sou obrigado a aceitar que minha interface wi-fi para de funcionar do nada.

    Com relação o Linux, temos um timeline: foi criado em 1991, tornou-se um software livre em 1992 sobre a licença GPL, em 1994 deixou de ser livre ao aceitar blobs não livres, o quais se tornaram necessários para a execução do kernel. Segue mais uma palestra do FISL: http://palestras.softwarelivre.org/palestra/o-tux-nao-nos-representa/.

    De todas as principais distribuições, a única que tem um parênteses em relação a liberdade é o Debian. Olhando o repositório main, ele é 100% livre, tanto que a FSF não tem nada contra utilizá-lo, porém quando se coloca os repositórios contrib e/ou non-free, deixa de ser livre. Apesar de dizerem que o projeto do Debian é apenas o main, como os repositórios ficam nos mesmos servidores e muitas vezes recomendarem a instalação de pacotes do contrib ou non-free, a FSF não recomenda o uso do Debian devido a confusão que isto pode gerar, a pessoa pode imaginar que está utilizando apenas software livre e não ser verdade.

    Outro ponto interessante, é que estou trabalhando sobre vários softwares livres, porém o resultado do meu trabalho nunca foi um software livre, tão pouco opensource. Salve recentemente que tive permissão para publicar duas pequenas bibliotecas. Infelizmente esta é a forma que consegui para pagar as contas.

    Em relação ao MP3, o lame é licenciado sobre LGPL, então o seu código é livre. Porém o que imagino é que o uso da tecnologia MP3 é necessário o pagamento de royalties, então primeiro terá que pagar para poder utilizar este formato na sua solução, para depois ter implementado um código que o trate. Como não sou advogado e nem estudei este caso mais a fundo é o que eu imagino.

    Tenho minhas ressalvas com o VLC por questão de performance. Já vi um relato de várias reclamações em relação aos vídeos, porém tudo devido a forma como o VLC não estava lendo o vídeo e legendas corretamente (posso passar o link em particular). Atualmente estou utilizando o mplayer, porém assim que atualizar o meu sistema devo migrar para o GStreamer junto com as bibliotecas do ffmpeg, que inclusive já tem suporte para h265 e VP9.

    Sobre os bancos, até é possível utilizar o openjdk em alguns casos, porém temos que observar que o applet não é livre. Então de uma forma ou de outra você provavelmente estará utilizando software não livre, nem que seja o JavaScript em vez do Java.

    Mais uma palestra do FISL, “Migrei para o LibreOffice, onde foi que errei” (http://palestras.softwarelivre.org/palestra/migrei-para-o-libreoffice-onde-foi-que-errei/). Nesta palestra são explicados os principais erros na migração para este software, e que com planejamento não é um erro fazer a migração. Infelizmente quando recebemos documentos de terceiros teremos o problema com o formato, porém já ouvi recomendações para devolver o documento em formato livre, explicando que por não trabalhar com formatos proprietários fez a conversão. Como atualmente o Microsoft Office abre odt e outros formatos a pessoa não deveria ter problemas, e se tiver poderia tratar com a Microsoft para fazer a correção já que o formato é aberto. Nunca precisei fazer isso com planilhas, mas com arquivos de texto não tive problemas, justamente o contrário. Já tive problemas onde o Microsoft Word mostrava o texto completo, porém ao salvar em docx e abri-lo novamente vinha incompleto, e em odt não apresentava este problema, depois disso pude ignorar completamente a parte que pedia os trabalhos da faculdade em doc/docx.

    Desde quando não é possível jogar utilizando apenas software livre? Tem campo minado no aptitude, cópia de space invaders no Calc. Agora falando mais sério, jogos AAA não tem como realmente, porém existe outros que podem ser encontrados até nos repositórios de algumas distribuições como o “0 A.D.” e o “The Battle for Wesnoth” (pacotes 0ad e wesnoth no Debian). Tudo depende de suas exigência sobre os jogos.

    Uma coisa que não foi comentada no episódio, porém acho válido, “é possível não usar software livre?”. Hoje muitos projetos usam o OpenSSL e outras bibliotecas livres. Na maioria dos equipamentos eletrônicos temos uma cópia da GPL no final do manual. Além de vários softwares que estão sendo abertos, como o core do .net. Então ao meu ver, hoje não é possível nenhum dos dois extremos.

    Ainda não separei um tempo para ouvir o episódio 53, porém mandarei meu comentário, mesmo que atrasado assim como este.

  11. Olá pessoal do OpenCast,

    Aqui quem fala é o Guilherme do podcast Segurança Legal. Passei por aqui apenas para agradecer a gentil menção que vocês fizeram ao nosso podcast. Não conhecia o podcast de vocês e fiquei conhecendo agora. Gostei muito do conteúdo, parabéns!!

    Tenho uma pergunta: vocês têm um feed do podcast? Procurei no site mas não consegui encontrar.

    Um abraço e continuem com o ótimo trabalho

    PS – Irei retribuir a menção no nosso próximo episódio.

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