054 Malware que afeta o Linux

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Opencast de número 54 no ar e neste episódio Diego e Ivan batem um papo sobre as notícias e acontecimentos que movimentaram o mundo do software livre nos últimos dias.

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Créditos das músicas usadas neste programa:
Josh Woodward

Opencast , , , , , , , , , , , , , , , , 05/10/2015 08:00 6 Comentários

6 Comentários

  1. Gostei do episódio e vou aproveitar para deixar meus comentários.

    A última vez que vi alguém precisando atualizar a bios não deve fazer dois anos. Foi num notebook devido a problemas no teclado, cada versão tinha um bug diferente e nenhuma resolvia, inclusive no Windows.

    O IPv6 tem mais bits para endereços, porém não quer dizer que é mais complicado decorá-lo, como f0da:5e::1, que é um endereço válido e bem fácil de lembrar. Também existem algumas técnicas de migração, que utilizam endereços como ::ffff:192.168.1.1.

    Com relação os cursos de IPv6, embora possa ser difícil ir num curso, tem bastante material no site http://ipv6.br/. Consegui aprender o suficiente por lá para ficar tranquilo. A pior parte são as operadoras, que ainda não distribuem os endereços para seus cliente, e se liga para perguntar, o pessoal que atende, as vezes até técnico, nem sabe direito o que é IPv6.

    Hoje as vantagens do IPv6 para o IPv4 é a quantidade de endereços, não precisar de NAT e auto configuração, todas as outras já foram adaptadas e estão disponíveis no IPv4 também. Porém temos ressalvas. Ainda existe muita tradução de um protocolo para outro o que dificulta a comunicação fim a fim. Na auto configuração, além de não informar o servidor de DNS, ainda temos problemas extremamente graves de privacidade, que não vale o uso desta função. Sobrando apenas o endereçamento, onde já vi algumas redes mudando de uma máscara /24 devido a falta de endereços, isso que num dos primeiros protocolos, 256 tinha sido considerado um número muito grande de hosts que seria quase infinito.

    Agorá é esperar o próximo episódio.

  2. Ednaldo Jalmeida (Naldo) disse:

    Olá pessoal do opencast! Tudo bem?
    Gostaria de deixar minha contribuição ao episódio sobre o tema “atualização de bios”.
    Eu uso linux no desktop a pelo menos 10 anos e nesse período já devo ter atualizado bios umas 7 vezes, não só em minhas máquinas como também em alguns pc’s de colegas e clientes, pois já trabalhei com manutenção de micros e uma das tarefas que por vezes fazemos é o tal procedimento que visa não somente a correção de bug (tanto da placa mas do processador e chipset tbm) mas adicionar suporte a novos processadores, lembrando que se uma bios não tiver os parâmetros corretos a cerca de um processador ela pode não setar corretamente os valores de tensão e frequência ao processador oque na melhor das hipóteses e oque geralmente acontece é que a placa-mãe simplesmente não liga e na pior pode danifica algum componente.

    No mundo linux existe um projeto que considero muito superior a maioria das ferramentas para manipulação de rom’s que é o FLASHROM é uma ferramenta de linha de comando extremamente rápida e eficiente que pode verificar/corrigir/extrair/modificar rom’s de chipset/placas de rede/gpu’s/bios e efi.

    Lembrando que esse é um procedimento avançado e se algo der errado no meio do caminho como por exemplo uma queda de energia, adeus pc… Antes de realizar qualquer procedimento deve-se verificar se ele suporta os chips da placa a ser atualizada, verificando o modelo no site do projeto http://flashrom.org/Supported_hardware

    Abraço e parabéns pela iniciativa!

  3. Ednaldo Jalmeida (Naldo) disse:

    Adendo ao comentário:

    O flashrom tem suporte a 450 flash chips, 286 chipsets, 450 placas-mães, 75 PCI devices, 13 USB devices e varios placas de programação de microcontroladores baseados em porta paralela e serial.

    Man page da ferramenta http://manpages.ubuntu.com/manpages/lucid/man8/flashrom.8.html

    E um tutorial (inglÊs) http://www.hermann-uwe.de/blog/flashing-a-bios-the-linux-way-tm-using-flashrom

  4. Ricardo Berlim disse:

    Olá pessoal, também estou na espera pelo curso de ipv6. Uma opção paga, mas que tem um calendário publicado com um tempo razoável e o da Escola Superior de Redes da RNP (https://esr.rnp.br/adr7) com escolas de cursos presenciais em 8 capitais.

  5. Robson Dias disse:

    Olá Pessoal, Parabéns por mais episódio, mesmo com a equipe reduzida vocês consegue manter o alto nível do Podcast.
    Quanto ao Malware, eu ainda me surpreendo a quantidade profissionais que mantem certos serviços mal configurados não só na plataforma Linux tanto como na windows.
    Hoje eu até prefiro instalar nas minhas máquinas uma Iso minimal e instalando ferramentas e serviços que preciso, mantendo o sistema enxuto e em certos casos ganhando tempo que perdia desinstalando e personalizando quando instalava uma distro completa.

  6. RenatoAraujo disse:

    Olá, parabéns pelo podcast! gostaria de fazer um pedido/sugestão, de outro episodio sobre games, pois atualmente games no linux esta crescendo muito, e trazendo novos usuários a cada dia. Eu mesmo sou novato e decidi começar um canal no youtub(fastOS)e mais direcionado a novos usuários e gamers, e vejo que tem muita gente fazendo o mesmo. Mais uma vez parabéns e continue sempre com o podcast!

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