061 Reboot do episódio Zero - O que é software Livre

opencast_episodio_61

Voltamos. Neste episódio revisitamos o primeiro assunto tratado aqui no Opencast, agora sabendo melhor como gravar e editar um podcast. Para este reboot, tivemos a participação de Ivan, Diego, Everton e Helio.

Finalmente nossa loja está no ar e é diferente da maioria das lojas de outros podcasts pois não vendemos camisetas e canecas, vendemos tudo que tenha relação a informática, incluindo computadores com Linux pré-instalado. Qual loja online, relacionada a sites e podcasts, que vende materiais e equipamentos de rede? Só a nossa. Corre lá e aproveita o cupom de desconto “OPENCAST”, sem as aspas para ter 7% de desconto. Aproveita e se cadastra para receber no seu email novas promoções exclusivas. Só para fixar melhor, nosso endereço é loja.tecnologiaaberta.com.br.

Se você é do Rio Grande do Sul ou Santa Catarina e precisa de serviços de cabeamento estruturado, câmeras de segurança dentro do padrão de cabeamento estruturado, nobreaks(venda e manutenção), som ambiente, equipamentos de informática de padrão corporativo ou ainda consultoria na área de T.I., não deixe de entrar em contato com nosso patrocinador Dataware pelo telefone (54) 3712 0177.

Produtos Diostore

Links do Episódio

Twitter: @tecnologiaabert

Facebook: http://www.facebook.com/tecnologiaaberta

Google+: Tecnologia Aberta

Instagram: @ubunterobr

Youtube: Tecnologia Aberta

E-Mail: opencast@tecnologiaaberta.com.br

Feed do Opencast: http://tecnologiaaberta.com.br/feed/opencast/

iTunes: http://itunes.apple.com/br/podcast/id424732898

Opencast , , , 11/07/2016 08:41 9 Comentários

9 Comentários

  1. Mário RPG disse:

    esse Helio aé é o MENTIROSO do br-linux ? kkkkkkkkkkkkkk, nesse epsodio deu pra ver que fala muita besteira mesmo kkkkkkkkkkkkkkkk

    sobre a parte de jogos BONS livres, existe o 0ad, jogo de estrategia baseada no age of empires 2 totalmente livre. Consigo baixa-lo sem problemas no trisquel e gnewsense via repositorio padrão.

    “stallman é o poder”

    • tecnolog disse:

      Olá Mário!

      0ad é um jogo divertido, mas ainda não está pronto, e já tem anos isso. Nenhum jogo se mantém desta maneira. Até hoje já instalei ele umas 3 vezes, joguei por umas duas horas e abandonei por vários meses.

      Existem jogos bons e divertidos, mas para jogar algumas poucas horas e abandonar. Muito tempo investido que acaba não retornando para ninguém.

      • Mário RPG disse:

        0ad não tá bom ? Supertuxkart, torcs te mandou um abraço.

        • tecnolog disse:

          0ad está em eterno beta e não está bom não. Supertuxkart, muito bom para jogo casual, mas enjoa em menos de 4 horas de jogo, muito repetitivo. Torcs conseguiu me afastar depois da primeira tentativa de jogar de tão ruim.

  2. Ricardo disse:

    Ótimo episódio. Acho que foi um belo reboot e vai ajudar a introduzir os neófitos na filosofia do SL. Também tomava a infame a história da impressora como o RMS gosta de contar, foi legal ficar mais bem informado sobre como a coisa realmente se deu.

  3. Patola disse:

    Cara, desculpa, mas essa história de vocês está mal contada… Algumas correções:

    1) Não foi o Bill Gates que fez o copyright se aplicar a software. Ele fez algo que teve muita influência nesse sentido, a “letter to hobbyists”, mas isso foi mais no sentido de convencer governos e criar lobbies, ele escreveu isso no final da década de 70 e foi já no começo da década que começou o movimento de aplicar o copyright para o software, esse artigo da wikipedia explica algo: https://en.wikipedia.org/wiki/Software_copyright

    Vale notar que na declaração de copyright a idéia é que ele seja aplicado a algo *artístico*. Tanto é que objetos de utilidade genérica (martelos, ferramentas, instrumentos) não são sujeitos a copyright. Software é obviamente algo de utilidade genérica, então foi uma forçação de barra aplicar copyright a isso. Esse ponto é muito importante, porque software tem duração gigantesca (120 anos ou 70 anos após a morte do autor), diferente de patentes que duram de 15 a 20 anos.

    2) Não existia o conceito de software livre antes do Stallman, porque não existia o _dever_ de seguir as 4 liberdades de software pregadas pela FSF. A entrega do código-fonte junto com o binário, por exemplo, era somente uma conveniência. Assim como o código ser legível. A possibilidade de reusar e modificar o código era basicamente porque as máquinas eram bem diversas e incompatíveis, tentar usar leis pra restringir aquilo de ser reusado ou copiado era muito esforço pra pouca recompensa.

    3) A alegação de que open-source (código aberto) é diferente de software livre é desmentida até pela própria Open Source Initiative: https://opensource.org/faq#free-software – eles dizem com todas as palavras que o conceito é o mesmo, a abordagem que é diferente. As pouquíssimas diferenças de licenças de open-source e software livre são tão mínimas que na maioria dos casos de licença que serve pra uma e não pra outra é mais por falta de discussão ou tempo pra avaliação de um grupo ou outro que diferença de conceitos. Essa página da wikipedia tem comparações entre algumas licenças: https://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_free_and_open-source_software_licenses (tem alguns erros, por exemplo ela diz que a Apple Public License 1.x foi aprovada pela OSI quando não foi). Devo frisar inclusive que a questão dos blobs do kernel é idêntica tanto para a definição de open-source quanto a de software livre, o open-source não “permite” blobs ofuscados mais do que o open-source, isso é mito perpetrado apenas por algumas interpretações na época da discussão da DFSG.

    Cara, de onde veio esse comentário que “open-source é mais gradual que software livre”??? Que absurdo essa declaração.

    A declaração que “Stallman criou o conceito de open-source” foi risível, hein? Que mancada isso aí, haha.

    4) O Richard Stallman não é “contra” as licenças permissivas (estilo BSD). Ele só acha que não é a melhor para a maioria dos cenários. Prova: http://lwn.net/2001/0301/a/rms-ov-license.php3

    5) Não, você não doa seu código só por colocar licença GPLv3 nele!! Está totalmente errado isso! É apenas uma opção que a FSF dá para alguns softwares mais importantes, de ela ser a copyright holder e mantenedora, e até onde sei a Linux Foundation não tem isso. Essa política se chama “copyright license agreement” ou “fiduciary license agreement”. A FSF tem isso, e.g. http://www.fsfe.org/projects/ftf/FLA.en.pdf e aqui você tem a informação que diz que você não precisa fazer isso: https://www.gnu.org/prep/maintain/html_node/Copyright-Papers.html (“GNU packages need not be FSF-copyrighted; this is up to the author(s)…”). A Canonical tem uma CLA também bem famosa e por vezes controversa (sem motivo): http://www.ubuntu.com/legal/contributors

    6) copyleft é um apelido bonitinho pra se referir a licenças livres não-permissivas, ou seja, que exigem que você não possa restringir os direitos sobre o software. As licenças estilo BSD/MIT/Apache não são copyleft, as estilo GPL, CC-BY-SA e LGPL são: http://www.gnu.org/licenses/copyleft.pt-br.html

    7) A Microsoft tem uma licença livre sim, https://opensource.org/licenses/MS-PL e inclusive um repositório, o codeplex.

    8) O problema de licenças livres pra jogos *não é* como ganhar dinheiro… O argumento que supõe que você “precisa criar serviços” pra venda de jogos ser viável é errado porque tem essa premissa que serviço atrelado ao software é o único jeito de ter retorno financeira com software livre (quando existe mais de uma dezena de modelos diferentes de sucesso para isso). O problema de jogos é que eles têm grande parte do conteúdo feito não pelo software, mas pela história, música e arte. E como o próprio Richard Stallman aponta, o conceito de liberdade de software é muito mais difícil de se aplicar a obras artísticas, em que talento e introspecção individual conta bastante. Exemplo do próprio Richard Stallman: https://stallman.org/articles/online-education.html “In my view, nonfree licenses that permit sharing are ok for works of art/entertainment…”

  4. Gente, me desculpem mas foi bem fraco o podcast de hoje. Tirando o Helio (que mesmo assim pisou na bola em algumas coisas), os outros participantes mostraram que estão muito por fora em conhecimento de FOSS, em história e licença. O podcast foi totalmente tendencioso e não discutiu os assuntos em seus fundamentos, mas sim em “ah, como vou usar o Replicant se não posso usar o wifi?”. Isso é feito em conversa de bar com pessoas que não tão nem aí pro amago da questão que o software livre propõe em resolver.
    Isso é uma critica construtiva e espero que haja melhorias para as próximas vezes. Abraços…

    • Mário RPG disse:

      faz o teste ae: se você dá uma banana pro papagaio, ele fala tanto… que é uma beleza, mais MENTE UM TANTO… que é uma tristeza kkkkkkkkkkkkkkk…:p

  5. Mário RPG disse:

    ei helio ‘LoReiRo’, deixa eu só te avisar uma coisa aqui: VOCÊ, Microsoft e Bill Gates está na minha lista do squid3 mano, e sem mais delongas kkkkkkkkkkkkkkk :p

Deixe seu comentário

Website