Opencast #78 – Linux na Loja do Windows

Está no ar mais um episódio do Opencast. Neste episódio Ivan e Diego falam mais uma vez sobre os assuntos e notícias relacionados ao mundo do software livre. Devido a muitas viagens durante o último mês, acabamos atrasando em um mês todos os episódios, mas vamos tentar repor estes episódios de alguma maneira.

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Opencast , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , 10/06/2017 22:30 4 Comentários

4 Comentários

  1. Rogério disse:

    Saudações Opencasters!

    Não tenho o que comentar sobre as notícias mais técnicas, mas quero deixar aqui os meus 2 centavos sobre a era “pós-pc”, que foi citado quando da notícia do Fuchsia. Não vou fazer uma análise sobre, mas apenas dar dois exemplos de pessoas da nova geração e sua relação com o computador/smartphone. O meu filho de 15 anos e a minha filha de 12. Ambos tem computadores e smartphones. A grosso modo ele usa 99% PC e 1% smartphone enquanto ela é o contrário. Mas vou esclarecer mais como eles usam. O menino de 15 anos usa o PC basicamente para jogar e assistir Youtube. E o 1% do tempo que ele usa smartphone é para assistir Youtube quando vai ao banheiro. Já a menina usa o smartphone para Youtube, Facebook, Instagram, navegar na internet, Whatsapp e jogar (e mais um monte de apps que “fazem coisas divertidas”). E o 1% do tempo que ela usa PC é para assistir filmes no Netflix. Parece mesmo que o computador está se tornando um produto de nicho frente ao smartphone…

    • Rogério disse:

      Só para complementar, o PC dele não é um PC comum, para um usuário comum. É um desktop gamer para jogar GTA 5, Call of Duty e assemelhados…

  2. Marco Antônio Gusmão Carvalho disse:

    Sou usuário Linux (KDE Neon no momento) iniciando no antigo Conectiva Marumbi, entretanto por questões profissionais também utilizo o Windows para diversas tarefas e portanto acredito que posso colaborar com as informações sobre os consoles do Ubuntu, Fedora e OpenSuse no Windows 10. Utilizo o console do Ubuntu em meu Windows 10 e ele é bastante funcional sendo que para desenvolvimento prefiro utiliza-lo às alternativas padrão da Microsoft, sendo que o principal objetivo da Microsoft ao adicionar este suporte no seu sistema é para facilitar a vida de desenvolvedores, inclusive através do novo Visual Studio (2017) é possível fazer compilação cruzada para Linux dentro do Windows. A Microsoft vem tentando criar um ambiente mais completo para desenvolvedores, inclusive os que não utilizam suas tecnologias, para que estes não precisem utilizar outros sistemas, principalmente pois em seu ambiente de cloud (Azure), o CentOS e o Ubuntu são muito utilizados. Quanto ao docker que foi citado, já existe uma versão nativa para windows (https://docs.docker.com/docker-for-windows/) que dispensa a utilização dos terminais citados. Prefiro o linux para fazer a maior parte de minhas tarefas mas é bom ter pelo menos um bash funcional quando estou no ambiente Microsoft.

  3. Sobre a linguagem Rust, ela está sendo desenvolvida para competir diretamente com C e C++, atendendo as mesmas necessidades que estas atendem. Porém com relação a segurança, isso ocorre por causa de diversas verificações que são feitas em tempo de compilação, como verificando se os dados estão de acordo com o tipo de variável, o que não acontece em C, se não existe a possibilidade da referência não estar alocada na hora que for chamada por outra função, tudo isso antes de gerar o executável, sem necessidade de testes manuais.

    Ela também é uma linguagem diferente, que embora seja parecida com C, pegou vários conceitos extremamente aplicado em linguagens funcionais como Haskell, o que melhorou bastante a expressividade dos comandos.

    Tudo isso sendo compilado pelo LLVM, o que da uma performance semelhante a um código C compilado pelo clang (que também usa o LLVM). Então o Rust se beneficia de toda melhoria feita para o mesmo. Porém diferente de muitas outras linguagens como Java, Python, Go e afins, não possui garbage collector, e com isso não precisa de parar a execução do programa para descobrir que variáveis podem ser desalocadas, já que isso é feito assim que o escopo dessa variável terminar, assim como C, porém sem ter que alocar e desalocar manualmente (calloc, malloc e free), o próprio compilador que cuida disso, por isso a segurança, além de dificilmente ficar com regiões alocadas e que não são usadas, reduzindo o consumo de memória.

    Com relação a sua utilização pela Mozilla, eles já estão reescrevendo a bastante tempo a engine para renderizar os sites, este projeto se chama Serve e tem até um navegador no site do projeto para quem quiser testar (https://servo.org/). E o objetivo é substituir o Gecko em alguma versão futura do Firefox.

    Para quem quiser conhecer mais, deixo uma playlist com vídeos falando sobre a mesma https://www.youtube.com/playlist?list=PLo3w8EB99pqJ74XIGe72c9hBZWz9Y16cY, além de uma palestra da Hanneli dada na Python Brasil (https://www.youtube.com/watch?v=kP5olvIlTmc) e slides (http://slides.com/hannelitavante-hannelita/rust-type-system-pybr12#/), comentando justamente dessas questões teóricas sobre as linguagens.

    Um último ponto, não sei se foi desse projeto ou outro, mas a criação de um sistema operacional com Rust já ajudou a linguagem a evoluir muito, adicionado alguns recursos necessários para escrever o mesmo.

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