Opencast #79 – Vim vs Emacs

Está no ar mais um episódio do Opencast. Neste episódio fizemos uma batalha para mostrar funcionalidades de dois gigantes editores de texto do mundo do software livre, Vim e Emacs. Ouve aí para ficar por dentro desta treta.

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Opencast , , , 20/06/2017 23:35 7 Comentários

7 Comentários

  1. Rogério disse:

    Saudações Opencasters!

    Não tenho nada a comentar sobre o episódio porque não uso nem Vim nem Emacs. Não sou desenvolvedor e nem sequer conheço esses programas. Assim fica difícil comentar algo… mas eu gostei de ouvir o programa mesmo assim e passei aqui só para agradecer.

    E pra não ficar sem nada de informações gostaria de saber de vocês o que vocês acham dessa história de Windows 10 rodando em processador ARM. Vocês acham que vinga e teremos em um futuro próximo desktops e notebooks com ARM? E, por falar nisso, existe distribuições Linux que rodam em ARM? Tipo uma versão do Ubuntu para ARM? Claro que eu gostaria de ouvi-los quanto a isso, mas como está totalmente fora do tema do episódio, sem problema nenhum se não der para comentar…

    • Praticamente qualquer celular e tablet de hoje em dia é um Linux em ARM (com exceções os da apple), sem contar o raspberrypi, que também é mais uma opção de equipamento nesta arquitetura. Agora Windows em ARM eu diria que é bem complicado devido as restrições que a Microsoft colocava no hardware (não sei se ainda coloca), mas você não pode nem ter a opção de desativar o boot restrito (security boot), logo este equipamento só poderá rodar os sistemas operacionais assinados por uma chave, que é controlada justamente pela Microsoft, então se ele quiserem te forçar a comprar um hardware novo para usar a nova versão do Windows, eles poderiam, pelo menos tecnicamente, além de também poderem negar a assinar distribuições de GNU com Linux.

      • Rogério disse:

        Por isso mesmo que eu perguntei. Hoje em dia eu compro um notebook ou desktop, e instalo a distribuição Linux da minha preferência facilmente. Mas e se for ARM? E acho que vai sair notebooks com Windows com processador ARM.. E eu gostaria de ter um desses porque não preciso de grande capacidade de processamento e a autonomia deve ser incrível. E aí? Não vou poder apagar o Windows e colocar o meu Linux preferido?

        • Se ele já vir com o Windows licenciado, não. Se você comprar sem sistema operacional, talvez, mas vai ser bem difícil um fabricante fazer um hardware/bios específico desses, provável que fique restrito a uma ou duas marcas, se tiver. Até porque foram anos até conseguirem compilar o kernel Linux e rodar num dispositivo ARM sem ter que aplicar nenhum patch.

  2. Só um comentário a respeito do VI, em distribuições como o Debian, o executável “vi” é o mesmo do “vim”, porém o programa internamento identifica qual deveria ser o comportamento padrão, por isso que ele pode parecer que tem menos recursos, ou até por ser utilizado uma versão mínima do “vim” para isso (https://packages.debian.org/stretch/vim-tiny). Segue uma demostração que eu fiz (https://asciinema.org/a/129134), para quem quiser testar, basta selecionar e copiar os comandos do vídeo (Ctrl + C funciona).

  3. Rogério Fonseca Gonçalves disse:

    Saudações Opencasters!
    Aqui vai meu primeiro comentário ao Opencast. Espero poder contribuir sempre que possível.

    * Em relação ao comentário sobre o vim-bootstrap, existe um fork dele para emacs (http://emacs-bootstrap.com/).
    * Sobre o comentário do ZZ para fechar o vim, “ZZ” (salva e fecha) e o ZQ (fecha sem salvar)
    Segue um vim cheat sheet (https://rumorscity.com/wp-content/uploads/2014/08/10-Best-VIM-Cheat-Sheet-02.jpg)

    Confesso que tentei me acostumar com o Emacs há um bom tempo atrás. Me lembro que na época não consegui ver uma relação associativa entre os comandos. Não sabia muito bem quando deveria usar C ou M. Não me parecia intuitivo. Outro ponto que também me incomodava bastante, era a necessidade de utilizar combos (meia-lua-pra-frente-soco), tecla bind pra cá, tecla bind pra lá. Para tudo que eu quisesse fazer (C-x C-c, C-x s, C-x i, C-x C-f), enquanto no VIM, bastava apenas uma tecla para uma operação.

    Agora, fazendo apenas um contraponto em relação à tecla bind. Sim, atualmente incorporei o Tmux no meu workflow, porém a necessidade da tecla adicional fica restrita apenas à navegação e não é necessária durante a edição do código.

    Outra vantagem que vejo no VIM é a questão dos modos (que foi comentado durante o episódio). Alguns editores utilizam a estratégia de modos, Sublime com seu “Vintage Mode” ou o Netbeans com seu plugin “jvi”. Porém, caso a estratégia de modos não seja o padrão do Emacs acredito que seja ponto para o VIM. Hein hein hein??
    #TeamVIM 😛

    Outro editor que me pareceu bastante interessante, porém não utilizei ainda, é o spacemacs (http://spacemacs.org/). Que pelo o que entendi, a proposta seria oferecer um mix entre emacs e vim.

    Ps.: No mais, me desculpem por qualquer brincadeira e espero ter contribuído com meus dois palitos sobre o assunto.

  4. Rogério Fonseca Gonçalves disse:

    Esqueci de comentar no post anterior. Para os interessados em VIM temos um grupo (VIM-BR) no Telegram.
    https://telegram.me/vimbr

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